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quinta-feira, 25 de março de 2010



O GRÃO DE MOSTARDA

Conhecida na antigüidade como a mais pequena das sementes, este grão foi utilizado por JESUS CRISTO na narração de algumas de suas parábolas. No evangelho segundo S. Mateus 17:20, o MESTRE disse: “Se tiverdes a fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele passará. Nada vos será impossível.”
O contraste entre a pequenez da semente de mostarda e a dimensão do que ela pode produzir, dá-nos a idéia de que qualquer quantidade de fé concede à pessoa a vitória sobre as limitações e condições adversas da vida.
Certamente, a escolha de JESUS pelo grão de mostarda na narração de suas parábolas, não foi algo aleatório ou desprovido de conhecimentos, muitos até não conhecidos de botânicos e sábios de sua época.
O grão de mostarda, símbolo de nossa fé, é uma semente proveniente da mostardeira, uma planta de utilidade comestível e medicinal. A farinha desta semente quando misturada ao azeite era utilizada pelos judeus antigos no tempero de seus alimentos e na cura de certas enfermidades. A semente tinha este propósito apenas se fosse triturada, e este pequeno detalhe, desconhecido de muitos, revela-nos algo interessante. Quando nossa fé cristã é triturada por DEUS, a ponto de chegar-mos ao pó, mostra-nos que ELE quer que nossa vida produza tempero, sabor, aroma, e cura na vida daqueles que nos rodeiam, quando somos untados com o azeite, símbolo do ESPIRITO SANTO.

sábado, 6 de março de 2010


Escrito por andrevaladao
Falar daquilo que dói em nós nem sempre é o que queremos, como por exemplo um exame de sangue de rotina que anualmente precisamos fazer ou qualquer outra coisa que nos cause uma dor mesmo que momentânea mas que é necessário passar por ela.
Falar daquilo que dói em nós é sermos obrigados a lembrar de algo que faz parte da nossa vida mas por algum motivo deixamos de perceber até chegar ao ponto deste que foi esquecido gritar e nos fazer sentir a dor da lembrança e da importância dele, por exemplo?? O nosso coração! Quantas pessoas hoje comem, se drogam, e não se exercitam e sem perceber por não terem uma DOR que as façam lembrar do erro que estão cometendo, muitas vezes em algum momento da vida o peito irá doer e o coração irá “falar da dor” que por muitos anos foi obrigado a suportar.
Falar da dor significa lembrar-nos de erros que cometemos, amizades que perdemos, parentes que nunca mais vemos…
O que precisamos aprender é que muitas vezes a dor nos ensina! Sim, não precisamos ir muito longe. Basta ler Isaías 53:3 “Era desprezado, e rejeitado dos homens; homem de dores, e experimentado nos sofrimentos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum…”
Falar da nossa dor! Sim, hoje te convido a lembrar de onde vc já caiu em sua vida, pecados que cometeu e entender o quanto você é limitado e frágil, capaz de ter uma atitude que pode ser fatal ao ponto de gerar uma ferida tão grande que deixará cicatrizes terríveis.
Falar da dor é também reconhecer que sempre haverão pessoas mais dolorosas do que nós, pessoas com sofrimentos maiores e mais profundos que os nossos e com isso reconhecermos o quanto Deus nos tem abençoado.
A vida é repleta de dores, e falar nelas ou delas não é pecado. Pecado é tentar ser como um leproso que é insensível a dor, ou que despreza a seriedade da frieza de não querer sentí-la. Se não sentirmos a dor, corremos o risco de morrermos e nem percebermos o que nos matou.
Lembre-se sempre da dor que Cristo passou por você, entenda que Ele não precisava de nada disso, mas… O amor te leva até mesmo a sofrer a DOR de quem vc ama!
FALAR DA DOR deve sempre te levar ao calvário e reconhecer que a nossa dor momentânea e passageira não será em momento algum maior do que a dor que Ele sofreu para que hoje pudéssemos desfrutar da CURA.

segunda-feira, 1 de março de 2010

अ Oração


As pessoas costumam pensar em oração como um meio para atender suas necessidades pessoais. Entretanto, deveríamos entender a oração como um meio de glorificar e adorar a Deus, conhecê-lO, entrar na Sua presença e ser transformado por Ele. Precisamos aprender melhor como orar, arrepender-nos e suplicar a Deus como um povo.
Biblica e historicamente, o único ingrediente universal, inegociável, em tempos de renovação espiritual é a corporativa, prevalente e intensiva oração centrada no reino. O que é isso?
1. Ela é focada na presença de Deus e do Seu reino.
Jack Miller fala da diferença entre “oração de apoio” e reuniões de oração de “linha de frente.” Reuniões de oração de apoio são curtas, mecânicas e totalmente focadas em necessidades físicas dentro da igreja. Já a oração de linha de frente tem três características básicas:
a. um pedido de graça para confessar pecados e humilhar-se.
b. uma compaixão e zelo pelo florescimento da igreja.
c. um anseio por conhecer a Deus, ver a Sua face, contemplar Sua glória.
É muito interessante estudar as orações bíblicas por avivamento, como em Atos 4, Êxodo 33 ou Neemias 1, onde estes três elementos são fáceis de ver. Note, por exemplo em Atos 4, que os discípulos, cujas vidas tinham sido ameaçadas, não pedem proteção para si e suas famílias, mas tão somente coragem para continuar pregando!
2. É corajosa e específica.
As características deste tipo de oração incluem:
a. Aqueles que ditam o ritmo da oração passam tempo em auto-exame. Sem uma compreensão robusta da graça, isto pode tornar-se mórbido e deprimente. Mas no contexto do evangelho é purificante e fortalecedor. Eles “tiram de si os seus atavios” (Ex. 33:1-6). Eles examinam a si mesmos em busca de ídolos e lançam-nos fora.
b. Eles então começam a fazer o grande pedido – uma visão da glória de Deus. Isso inclui pedir: 1) por uma experiência pessoal da glória / presença de Deus (“para que eu te conheça” Ex. 33:13); 2) por uma experiência do povo com a glória de Deus (v. 15); e 3) que o mundo possa ver a glória de Deus através do Seu povo (v. 16). Moisés pede que a presença de Deus seja evidente a todos: “Que mais distinguirá a mim e ao teu povo de todas as outras pessoas na face da terra?” Esta é uma oração para que o mundo fique maravilhado e pasmo pela demonstração do poder de Deus e do esplendor da Igreja, para que ela se torne verdadeiramente a nova humanidade que é um sinal do reino futuro.
3. Ela é habitual e corporativa.
Isso significa simplesmente que a oração deveria ser constante, não esporádica e curta. Por quê? Devemos pensar que Deus quer nos ver rastejando? Por que nós não colocamos simplesmente o nosso pedido diante dele e esperamos? Mas oração esporádica, curta, indica uma falta de dependência, uma auto-suficiência, e, portanto, nós não construímos um altar que Deus possa honrar com Seu fogo. Nós temos que orar sem cessar, orar longamente, orar duramente, e nós perceberemos que o próprio processo estará provocando aquilo que estamos pedindo – ter nossos duros corações derretidos, demolir barreiras, e ver irromper a glória de Deus.